1. Polêmica da mutilação genital
A American Academy of Pediatrics, em notícia pelo twitter da ONU, autorizou os médicos dos EUA a realizarem a mutilação genital feminina em recém nascidas de culturas africanas que aceitem culturalmente essa prática. A decisão abriu uma grande discussão sobre o tema, pois essa mutilação ainda é encarada, pelas culturas ocidentais, como algo bárbaro, enquanto que para algumas culturas africanas é algo normal. Gostei da ideia porque eu conheço gente que trabalha com Direitos Humanos que poderia falar, tenho, por causa do AFS, contatos de africanos que poderiam dar um depoimento e, novamente apelando para a internet, posso iniciar uma discussão em algum fórum para ver o que os americanos pensam disso e porque não aceitam algo que é cultural de vários povos. Uma das minhas conhecidas do Gana, inclusive, tem casos na família dela, e ela disse que é algo relativamente normal... Mas por aqui ainda é visto com repúdio.
2. Twitter ficando famoso e usado
Saiu hoje uma pesquisa da Edison Research (http://www.edisonresearch.com/home/archives/2010/04/twitter_usage_in_america_2010_1.php) falando sobre o Twitter nos EUA. Achei interessante porque ela mostra que o twitter é tão conhecido nos EUA quanto a rede social Facebook. Não quer dizer que o twitter seja a rede social mais utilizada, mas é a mais conhecida. Isso mostra um aspecto cultural interessante dos americanos, principalmente se olharmos para o número de que os maiores usuários de twitter por lá são os negros (ou, como eles gostam de chamar, os "afro-americanos"). Por que será que twitter é algo tão popular nesse estrato? Teria a ver com a interminável luta dos negros americanos por uma igualdade de fato - já que o twitter é uma importante ferramenta de divulgação e propagação? Também dá para, pelo próprio twitter, entrevistar as pessoas e entender o fenômeno.
3. Proibição da pesca
http://news.yahoo.com/s/afp/20100502/pl_afp/usblastoilenergypollutionfish
O governo dos EUA resolveu proibir a pesca na região do golfo. Isso tem afetado, claro, a grande indústria, que sai perdendo, mas os pequenos pescadores também saem prejudicados pela medida. Por mais que a medida possa valorizar, em médio prazo, o peixe pescado na região, ela também transforma em criminoso quem vive da pesca, o pequeno pescador.
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